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RENOVO NAS CELEBRAÇÕES

LOUVOR

PALAVRA

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felicidade

Entrega e Decisão

AMOR A VIDA

CONFIANÇA PAZ CERTEZA AMOR

SEGURANÇA DIREÇÃO PERDÃO

ADORAÇÃO A DEUS

Restaurando Raízes...

 Na época de minha conversão, no meio dos anos 80, mais precisamente no ano de 85 e vindo a descer as águas do batismo no ano seguinte em 86, na cidade de Novo Hamburgo/RS na Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil para Cristo. Nessa época nossa igreja era liderada pelo pastor Vilmar Bastos do Prado e vivíamos o inicio de um avivamento renovado com cultos de muita alegria e manifestações dos sinais do Espírito Santo. Tínhamos nessa época quatro cultos por semana onde a igreja sempre lotada, realizava um culto melhor que o outro com louvores que chamávamos de “corinhos” e hinos da “harpa”, “hinário” e louvores individuais de “conjuntos” e louvor individual cantados no playback com fita K7.

 

 A princípio, a liturgia dos cultos não mudaram, mas a essência alterou bastante no decorrer das décadas. Os anos 80 e 90, eram regados por sinais que eram manifestados através de calorosas mensagens de pastores muitas vezes sem estudo algum, mas quando subiam no altar as coisas mudavam de lugar dentro da igreja e dentro dos corações. A palavra “pecado” dava medo até de ser pronunciada, pois o temor a Deus era presente pela continua comunhão com o Espírito Santo. O pastor dessa época era como nosso pai e víamos ele como aquele que “falava com Deus e Deus com ele”. Décadas em que nenhum cristão entrava na igreja sem antes dobrar os joelhos e orar, e mesmo antes de iniciar os cultos já se podia ouvir o manifestar do Espírito Santo através do revono dos que o buscavam e das línguas estranhas.  Nessa época havia dois tipos de igrejas e crentes: o "tradicional" e o "renovado". 
 

 O TRADICIONAL pertencente às correntes históricas do protestantismo como o anglicanismo, o presbiterianismo, batista ou metodista não cria em certas manifestações do Espírito Santo nos dias de hoje, não tolerava certos instrumentos na igreja e preferia um estilo de culto com hinário e à moda do século XIX ou ainda melhor do XVIII, ou seja, como o próprio nome diz era a tradição protestante que exercia um papel central em sua vida religiosa.

 Já o RENOVADO, que éramos nós, rompia com as tradições, adotando músicas de louvor modernas, permitindo outros instrumentos desde a guitarra e bateria até pandeiros, atabaques, sanfonas e triângulos. Além disso, as palmas, danças e uma pregação mais espontânea entraram na liturgia do domingo. Isso tudo sem falar na ênfase dos dons de línguas, profecias e curas. Assim o renovado era aquele que tinha uma ligação com o movimento pentecostal iniciado há 100 anos nos EUA. Ele pertencia, então às igrejas Pentecostais, Comunidades, e uma série de igrejas independentes que surgiram, além daquelas tradicionais que se dividiram acrescentando ao seu nome o termo “renovada”.
 

 Nessa época Deus era visto por extremistas como um carrasco cruel e todo tipo de desgraça era logo relacionado ao castigo de um Deus severo e sem misericórdia. Décadas depois a sociedade pulou rapidamente de um extremo para outro, onde Deus é um pai tão bonzinho que nunca se zanga, permite tudo, e não encosta se quer um dedo nos seus filhinhos (mimados).

 
 Vivemos em outros tempos o que era para facilitar nossas vidas acabou gerando muitas armadilhas para o povo de Deus. Os cultos frios e sem vida, os louvores sem conteúdo com músicos estrelas, pregações para cumprir escalas, descompromisso com a obra, desrespeito e indiferença ao pastor, falta se seriedade e a mudança de valores entre outros fatores, tem deixado nossas igrejas doente.  Sem créditos com os céus e alvo de fé enfraquecido ficamos a mercê do pecado e das propostas tentadoras que o mundo tem oferecido a grandes e pequenos. Nós paramos, mas o sistema do mundo não para! E o poder destruidor do diabo esta acionado diretamente ao enfraquecimento da igreja e fazendo com que nossa história seja apagada pelo comodismo, apostasia e frieza.

 

 Jesus disse que iríamos passar em tempos de apostasia, mas não disse que não venceríamos, muito pelo contrario! A Palavra nos diz: “... Enchei-vos do Espírito Santo (Efésios 5,18)”. É essa busca pelo Espírito Santo que nos faz ter forças para resgatar nossas raízes e apresentar a essa “nova geração” como cultuar a Deus, assim como o temor do Senhor e o amor que Ele tem por nós.

Recentemente realizamos em nossa comunidade a celebração dos anos 70 e 80. O culto que iniciou as 21hs. terminou à meia noite com o derramar do Espírito Santo renovando, batizando e salvando vidas. Quanto mais cantávamos louvores dessa época e falávamos dos tempos em que Deus era o centro de tudo, mais o Espírito Santo se manifestava em nosso meio. Ele é o mesmo, ontem, hoje e eternamente (Hebreus 13,8).

Década de 80 e 90: anos de

ouro da igreja evangélica

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